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Business Agility em instituições de ensino

Você já ouviu falar em Business Agility?


Segundo Evan Leybourn - fundador e CEO do Business Agility: “Agilidade de Negócio é a capacidade e a vontade de uma organização de adaptar, criar, e potencializar a mudança para o benefício de seus clientes!”





E como este conceito se enquadra nas instituições de ensino, considerando que, para muitos, aluno não é cliente?


Inicialmente, este conceito precisa ser revisto. Aluno é sim, um cliente. Se, por exemplo, ele pode trocar de instituição se acredita que a prestação do serviço não está sendo ofertada com a qualidade desejada, podemos então considerá-lo um cliente. Um cliente diferente, uma vez que não compra um produto físico ou mesmo virtual e sua participação, para que se consiga o sucesso, é fundamental. Mas ainda sim, um cliente.


Sendo assim, e como falamos sempre em inovação e transformação digital na educação, o business agility não pode ficar de fora.


Quem me acompanha já me ouviu falar várias vezes que a inovação na educação passa por 3 áreas: pedagógica, processos e uso dos espaços.


Inserindo o business agility nas instituições de ensino, devemos colocar os alunos como centro de referência para geração de valor. Tudo o que for feito deve agregar ao aprendizado e experiência do aluno.


E a inserção deste conceito no dia-a-dia das instituições vem junto com a mudança de mindset dos colaboradores, sejam eles discentes, gestores ou corpo técnico-administrativo.


É necessário então termos:

- Colaboradores com mentalidade de crescimento, senso de propriedade além do desenvolvimento da excelência;

- Operações/Processos com práticas ágeis. Para isto, toda a estrutura operacional deve estar voltada para a agilidade;

- Gestores que entendam um novo modelo estratégico para ambientes complexos, tendo a mentalidade de “One Team” (somos uma única equipe).


Mas, você pode estar se perguntando: e quais as vantagens de adoção do Business Agitily? Posso citar algumas delas:

  1. Desburocratização da instituição;

  2. Eliminar o conformismo (sair da zona de conforto);

  3. Incentivo de uma cultura de experimentação;

  4. Criação da cultura da instituição;

  5. Aumento do engajamento dos colaboradores;

  6. Aprendizado contínuo;

  7. Satisfação dos alunos e suas famílias.


Uma instituição ágil:

- Persegue oportunidade de negócios emergentes;

- Ajusta-se com flexibilidade às mudanças;

- Assume o risco apropriado e aceita um nível de falha individual;


Perceba, que dentro do business agility, são pensados vários conceitos que permeiam nosso trabalho dentro das escolas, tais como: inovação, transformação digital, movimento maker, mudança de mindset, cultura digital.


Os valores ágeis são:

- Tornar as pessoas incríveis;

- Entregar valor continuamente;

- Fazer da segurança um pré-requisito;

- Experimentar e aprender rápido.


Pense bem. Não é isto que queremos para nossos alunos, nossas escolas?


É muito importante revermos as 3 áreas que citei no início deste artigo: Pedagógica, processos e uso do espaço e vermos se realmente estamos atendendo às necessidades de nossos alunos. E isto vale do ensino infantil ao nível superior.


Ofertar uma educação de qualidade e significativa envolve muitas nuances e todas devem ser muito bem analisadas.




Engenheira de Controle e Automação, Mestre em Engenharia Elétrica. Profissional com sólida experiência na Gestão Educacional. Certificada em Inovação e Transformação Digital. Consultora Educacional e Idealizadora da Consultoria Educação Inovadora. Docente do MBA em Gestão Universitária da PUC – MG. Docente da Especialização Em Transformação Digital na Educação – UCS.





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